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domingo, 17 de abril de 2011

Propósitos da disciplina

Este breve devocional extraído do Pão Diário nos dá um entendimento mais próximo sobre o que é a disciplina divina. Devemos encarar a disciplina como um treinamento, e não somente como consequência direta de algum pecado. A disciplina do Senhor sobre os seus filhos envolve o desenvolvimento de músculos espirituais, que sejam fortes para as lutas contra o velho homem que teima em obter a primazia sobre nossas vidas. Que possamos refletir seriamente sobre os benefícios do treinamento a que somos submetidos pela mão graciosa do nosso Pai amado.

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Arrependimento e autossuficiência

Este texto apresenta lições preciosas com relação ao arrependimento genuíno. Quando insistimos em caminhar sem buscar o arrependimento por pecados cometidos, estamos demonstrando a autossuficiência que habita em nossos corações.


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Marcos Aurélio de Melo

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O pecado da incredulidade

Até quando não crerão em mim?” (Nm. 14:11)

Esforce-se com toda a diligência para manter fora o monstro chamado incredulidade. Isto desonra tanto a Cristo que Ele retirará Sua presença de nós se O insultarmos satisfazendo este monstro. É verdade que é uma erva daninha, sementes que jamais arrancamos totalmente do solo, mas devemos mirar em suas raízes com zelo e perseverança. Dentre todas as coisas detestáveis a incredulidade é a mais abominável. Sua natureza prejudicial é tão venenosa que causa danos tanto naquele que a exerce quanto naquele sobre quem é exercida. No teu caso, ó crente, é a mais vil de todas as coisas, pois as misericórdias do Senhor no passado aumentam tua culpa por duvidar Dele no presente.

Quando desconfias do Senhor Jesus, Ele poderia muito bem gritar “Agora, então, eu os amassarei como uma carroça amassa a terra quando carregada de trigo”. (Am. 2:13 - NVI) Esta desconfiança coroa Sua cabeça com os espinhos mais penetrantes. É muito cruel a esposa bem-amada não acreditar no bondoso e fiel marido. O pecado é inútil, tolo e injustificado. Jesus jamais deu o menor motivo para suspeitas e é difícil não ser acreditado por aqueles que sempre tiverem uma conduta amorosa e verdadeira de nossa parte. Jesus é o Filho do Altíssimo e Suas riquezas são ilimitadas; é vergonhoso duvidar e desconfiar da auto-suficiência do Onipotente.

O gado aos milhares nas colinas bastará para matar a nossa fome e os celeiros do céu provavelmente não ficarão vazios com as nossas refeições. Se Cristo fosse somente uma cisterna, em breve poderíamos esgotar Sua capacidade, mas, quem pode esvaziar uma fonte? Miríades de almas tiraram Dele o seu socorro e nenhuma delas reclamou da escassez de Seus recursos. Fora, então, com esta descrença traidora e mentirosa, pois sua missão é cortar os laços de comunhão e nos fazer lamentar a ausência do Salvador. John Bunyan nos diz que a incredulidade tem "tantas vidas quanto um gato": se é assim, vamos matar uma vida agora e continuar o trabalho até que todas as 9 tenham ido. Fora! traidora, meu coração te abomina.


Charles Spurgeon
Fonte: Morning and Evening (Devocional matutina do dia 27 de agosto)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Prova de maturidade espiritual

Uma frase me chamou a atenção no livro devocional Pão Diário que leio com certa frequência. A frase dizia assim: “A prova de maturidade espiritual não é a medida da sua “pureza”, mas a percepção da sua impureza. Essa consciência abre a porta para a graça de Deus.” Resolvi escrever sobre isto aqui no blog. Medite sobre estas verdades e extraia lições preciosas para a sua vida também.


É impressionante como somos tendenciosos a medir nossa performance espiritual, principalmente quando nos comparamos com outras pessoas. Temos um fariseu dentro de nós, essa é a verdade. Julgamos que somos muito melhores que outras pessoas porque não somos como os tais publicanos que encontramos diariamente em nossa caminhada cristã. O fato é que de cristã a nossa caminhada não tem nada, se estamos procedendo assim. Gostamos de apresentar um atestado de boa conduta diante dos outros, para alcançarmos os aplausos da glória humana que tanto inflam o ego. Esse tipo de comportamento foi duramente criticado por Jesus Cristo, que não alisava os fariseus para ser bem aceito por eles. Cristo disse que eles eram como túmulos caiados: bem ornamentados por fora, mas podres e miseráveis por dentro.

Precisamos enxergar a nossa própria penúria espiritual, e agir de modo que esta impureza latente em nós seja cada vez mais diminuída. Nada na vida cristã é tão prejudicial quanto esta atitude farisaica que busca convencer outras pessoas que já chegamos ao topo da escada espiritual. Esta atitude farisaica que busca medir a maturidade espiritual através de méritos e vantagens perante os demais homens é típica de alguém que não conhece ainda a profundidade da graça de Deus.

Vejamos o exemplo do apóstolo Paulo que escreveu a epístola aos Romanos. Nesta carta ele elucida bem a questão da depravação humana perante o Deus santo. Por isso, Deus teve que ser ao mesmo tempo o Justo e o Justificador do homem pecador. Paulo fala também sobre a luta que é necessário travar diariamente contra as ciladas do “EU”, o velho homem que teima em existir até a nossa morte. O apóstolo da graça não se justifica afirmando a sua boa conduta e nem age como um fariseu reformado. Não, de forma nenhuma! Ele nega a sua própria boa índole e seu grito parece ecoar nas páginas da epístola: “Miserável homem que eu sou! Quem me libertará do corpo desta morte?” (Rm. 7:24)

O desespero de Paulo é explicável tendo em vista que ele mesmo já tinha sido um fariseu declarado, que amava ostentar seus prêmios de pureza e retidão. A medalha de honra ao mérito que Paulo carregava no peito farisaico foi considerada uma grande derrota, quando ele enxergou a preciosidade de Cristo e Sua graça (Fl. 3:7-9). Esta deve ser a mesma atitude que nós devemos imitar. Deixemos de lado as medidas de maturidade espiritual que achamos mais convenientes (méritos) e vejamos a grande distância que ainda nos falta percorrer para sermos conformados à imagem de Cristo, que é o padrão perfeito.


Marcos Aurélio de Melo

terça-feira, 23 de junho de 2009

Religiosidade sem espiritualidade

A religiosidade desprovida de espiritualidade genuína é um engodo. Podemos ver na Bíblia que Deus nunca se agradou dos religiosos que se vangloriavam dos seus feitos. Muitas vezes Jesus foi incisivo com os fariseus da sua época. Neste estudo bíblico, procuro apresentar os perigos da religiosidade sem espiritualidade. É um pequeno devocional que tem como objetivo alertar a todos.

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Autos: Marcos Aurélio de Melo - Ano 2007

Como vai seu coração?

“O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate.”
Provérbios 15:13


Não adianta! Por mais que a pessoa tente disfarçar, basta a gente olhar bem para ela, fixar em seus olhos e pronto! Logo vemos um ar de tristeza escondido naquela expressão facial, à primeira vista, feliz. É o que nasce no coração, de uma forma ou de outra, acaba sendo denunciado no rosto. Em algumas pessoas de forma mais explícita, em outras, menos.

Assim temos visto pessoas dentro da igreja denunciando, pelo rosto triste, pelo andar cabisbaixo, pelas expressões de constante preocupação e reflexão, um abatimento de espírito. Gente de todas as idades sem o brilho da formosura em seu rosto, anunciando com isso, tristeza no coração.

Nada para causar espanto ou admiração, pois tristezas, dúvidas, preocupações etc, fazem parte da nossa vida. São as aflições do tempo presente que, na visão paulina, “não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Romanos 8:18). No entanto, o enfrentamento dessas intempéries não ocorre sempre sem ranhuras e desgastes. Por isso mesmo o espírito se abate e o rosto o denuncia.

Nasce então a pertinente pergunta: Como está o seu coração?

Nossa relação fraterna em Cristo nos impele uns na direção dos outros e nos encoraja a suprirmo-nos mutuamente. Minha vida é oferecida a Deus para ser usada como instrumento, ponte e até como o próprio suprimento para aliviar a dor no coração do outro e, ministrando cuidado, propiciar regozijo ao seu coração. O resultado será a insinuação de um sorriso embelezador no rosto do nosso irmão.

Sejamos, pois, veículos de alegria para os corações e testemunhas de faces formosas, sofridas porém supridas, pois o nosso Deus realiza milagres extraordinários a partir dos nossos pequenos gestos de cuidado, amor e solidariedade.

Então vai sendo construída a dialética da vida em comunhão. Hoje sou suprido, serei supridor amanhã, servo de Deus mais amadurecido depois!


Pr. Lécio Dornas, pastor da Igreja Batista Dois de Julho em Salvador-BA.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Aprendendo lições preciosas com Davi

Aprenda de Davi o que fazer nos momentos angustiantes e aterrorizantes. Ele orou. Todo o Salmo 63 é dirigido a Deus. Davi não pede proteção, nem vitória; pede somente uma coisa — Deus mesmo, para satisfazer sua alma, como as águas satisfazem a sede em uma terra árida e exausta. “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” (v. 1). Há ocasiões de dor, perda, tristeza e escuridão, quando nada é digno de ser pedido, exceto Deus mesmo. Todas as outras coisas são triviais, inclusive a própria vida.

Essa é razão por que Davi afirmou: “Porque a tua graça é melhor do que a vida; os meus lábios te louvam” (v. 3). Davi poderia ser morto durante a noite, por algum traidor astuto que se vendera a Absalão. Como você dorme? Você relembra a si mesmo que o amor de Deus, na presença de Deus, é melhor do que ser vítima da morte, durante a noite. Porém, não sentimos com facilidade este descanso no constante amor de Deus. Dizemos as palavras, mas sentimos a realidade? Davi não o sentiu como desejava. Por isso, ele clamou: “Eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti”. Davi precisava desesperadamente que Deus respondesse ao seu clamor de vir e ajudá-lo a provar — não apenas saber, mas também sentir — que a graça dEle é melhor do que a vida.

Oh! que conheçamos desta maneira a Deus! Isso não seria tudo para nós? Não seria mais do que riquezas, fama, sucesso e saúde — na realidade, mais do que tudo que o mundo pode oferecer? Deus mesmo se aproximando e fazendo nossa alma beber de sua graça, até que todas as coisas desapareçam de nossa visão e o temor seja tragado pela inabalável segurança de gozo eterno à direita de Deus! Oh! que cheguemos a este lugar em nosso andar com Deus! Quando a salvação da própria vida e o livramento de seu filho deixam de ser os ídolos de Davi, e somente Deus o envolve no firme gozo de seu amor inabalável, Davi cantará de alegria nas tristezas da noite e, talvez, se Deus o quiser, ganhará de volta o seu filho.


Texto devocional de John Piper baseado no Salmo 63
Extraído do livro: Penetrado pela Palavra

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Por quem ministramos

Todos os crentes possuem algum ministério e atuam em alguma área da igreja que deve estar em consonância com o dom recebido de Deus. A chave para que uma igreja funcione em equilíbrio é a descoberta e utilização dos dons que cada membro possui. É desta forma que o corpo humano funciona: cada membro atuando no papel para o qual foi designado. Neste pequeno texto, o pastor Wagner Amaral nos coloca diante de um dilema interessante e responde com profunda sensibilidade.


"Ministramos por quem? Eu sei que a resposta automática é: “Pelo Senhor”. Mas, como sugerido, esta é em muitos momentos automática. Como saber se não fazemos por nós mesmos?

Creio que um bom entendimento seria: Quando notamos que nosso contentamento não depende tanto da reação dos outros. Quando percebemos que o ministrar é prazeroso. Quando a humildade é preservada na disposição em aprender. Quando há maior abertura para a virtude do próximo do que para os defeitos. Quando nos tornamos menos críticos e mais compassivos; firmes, porém, cheios de misericórdia. Quando a tendência em perseverar se torna natural em nosso proceder. Quando aplicamos a soberania de Deus em nosso viver diário, não nos desesperando; ou mesmo vendendo tudo o que se crê. Quando as pessoas notam sinceridade em nossos relacionamentos. Quando o sofrer passa a ser algo não procurado, mas entendido como natural na vida de todo homem, e também de todo servo. Quando a paz da alma se torna uma marca da presença de Cristo em nossa vida, trazendo equilíbrio para o ministério.

Quando notamos que o erro e a rebeldia alheia menos afeta o nosso “eu”, e mais desperta a nossa compaixão; podemos, então, dizer que ministramos pelo e para o Senhor."


Pastor Wagner Amaral
Extraído do Blog: TEOLOGIZANDO A VIDA (Leia a íntegra)

sexta-feira, 20 de março de 2009

O sentido da vida


"O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância. Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.”

João 10:10-11


Alguém falou com propriedade: “Hoje em dia a falta de um verdadeiro sentido para a vida impulsiona milhares de pessoas para as drogas, a violência, o desespero e o suicídio”. Um jovem de 16 anos escreveu em sua carta de despedida: “Queridos pais, por favor, não se culpem. Vocês me deram tudo o que podiam. Vocês não têm culpa. Mas é insuportável para mim não ter resposta para o sentido da minha vida. Já não posso agüentar esse absurdo. Por que devo viver se minha vida não serve para nada?”
A solução para o problema da falta de sentido para a vida começa com a aceitação do fato de que não somos produto do acaso. Deus é nosso Criador. Ele nos deu a vida. Querido leitor, você já pensou alguma vez que o próprio Deus quer que você viva? Além disso, Deus o fez com exclusividade, porque Ele não repete Suas obras. E Ele ama você.
Nisso se mostrou o amor de Deus: em que não tenha abandonado Suas criaturas à própria sorte quando caíram no pecado e se rebelaram contra Ele. Ao contrário, o Senhor pensou em salvá-las e para isso enviou Seu Filho como homem a este mundo como sacrifício pelo pecado. Jesus Cristo, o único que não cometeu pecado, morreu em lugar dos pecadores. Com o sacrifício de Sua vida pagou as culpas de todo aquele que clama pelo perdão divino.
Junto com o perdão, o pecador arrependido recebe uma nova vida, selada com o Espírito Santo. Uma vida totalmente nova, a vida do próprio Deus, que dá ao ser humano motivos para viver de maneira que agrade seu Criador e Senhor.
Fomos feitos para a glória de Deus. E esse é o sentido da vida. Qualquer outro propósito para o qual devotemos nossa existência será inútil, não trará satisfação nem significado. Pare um pouco e pense: qual o sentido da minha vida? Eu vivo para quê? Pergunte para Deus porque Ele criou você. Talvez você se surpreenda…


Nota: Extraído do devocional BOA SEMENTE de 20.03.2009

quarta-feira, 18 de março de 2009

Refletindo a luz do Senhor

"Para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo." Filipenses 2:15.

Não há duvida nenhuma que Deus faz distinção entre aqueles que O amam e obedecem seus preceitos, e os desobedientes, pois Ele diz para nós nos tornarmos irrepreensíveis no meio de uma geração "corrupta e perversa".
Se alguém lhe perguntasse: Você deseja brilhar nesta vida, o que diria?
Com certeza, responderia que sim!
Veja, o próprio Deus está preocupado e ao mesmo tempo incentiva que cada um brilhe e se torne um luzeiro neste mundo.
Se tornar um luzeiro significa se tornar um farol para outras pessoas. A lua é um tipo de luzeiro que foi colocada para embelezar a noite (Gênesis 1:16), porém ela não possui luz própria...assim como nós não temos luz própria, mas a nossa luz vem de Deus.
Temos deixado Deus refletir Sua luz através de nós de modo que façamos a diferença onde estamos? Será que estamos nos "abastecendo" da Palavra e de um viver santo que ela sugere?
O que temos visto nesta tal geração corrupta e perversa são pessoas tentando apagar a luz dos outros, ao invés de buscar "brilhar" da maneira correta... e isto é muito mal. Os reflexos desta sombria atitude estão espalhados pela nossa sociedade causando descontentamento, ciúmes, discórdias, porfias, discussões...
É até comum ouvir isso: - Vou sair deste lugar em que trabalho, pois as pessoas são muito mundanas lá..." Onde a luz vai fazer mais a diferença? Onde já há luz, ou nas trevas?
Vamos nos achegar a Deus em santidade, pois Ele é nosso Sol de justiça e tem luz para todos. Veremos clarear o caminho diante de nós, trazendo luz, nas situações em que julgávamos difícil solução, pois para Ele não há nada encoberto...não há nada difícil...não há nada impossível...

Devocional por Vilson Ferro Martins

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Deixando de enxergar realidades espirituais

Recentemente compartilhei este devocional no Culto Matutino de Domingo na minha igreja. Abordei algumas situações que indicam que a nossa visão espiritual está num nível crítico, quando deixamos de enxergar realidades espirituais fundamentais. Então, é só seguir o seguinte link. Fiquem à vontade para deixar os seus comentários.


DEIXANDO DE ENXERGAR





OU LEIAM AQUI MESMO...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Devocional Pão Diário

A leitura do Pão Diário traz ricas lições para o nosso cotidiano. Recomendo a todos que meditem nas verdades bíblicas que o Devocional Pão Diário transmite.
Aqui vai um texto deste devocional abençoador.

Celebrando

LEITURA BÍBLICA
Salmo 24.1-10

Vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus
(1Co 6.11).


A leitura de hoje é uma verdadeira celebração. O salmo foi escrito quando o rei Davi levou a arca para Jerusalém (1Cr 16). Era uma espécie de cerimonial. Subiam o monte cantando. A arca manifestava a presença de Deus no meio do povo. Por isso celebravam.
O salmo começa com uma declaração enfática, incontestável, sobre a criação de Deus. Declara que tudo pertence ao Senhor. A fertilidade, as leis e a beleza da natureza, tudo pertence ao Senhor, que se alegrou com tudo que criou.
Reconhecer que a terra pertence ao Senhor deveria levar-nos a pensar em como cuidar daquilo que Deus criou. Campanhas ecológicas deveriam ser levadas a sério pelos cristãos, pois cuidar do lugar onde vivemos é uma forma de honrar ao Senhor Criador.
Diante de tamanha manifestação da grandeza de Deus, surge a pergunta sobre quem poderia participar daquela festa que estava em andamento. Não deixa de ser também um momento de reflexão.
Os cristãos gostam de cantar. A expressão “louvor e adoração” se ouve em muitos lugares e costuma-se dedicar períodos nos cultos para esse fim. O que não pode faltar é um pouco mais de reflexão sobre quem pode participar desses momentos.
A expressão “mãos limpas”, citada pelo profeta Isaías, tem a ver com a atitude de cada um. Referindo-se às mãos que se erguiam para orar, disse: “Lavem-se! Limpem-se! Removam suas obras más para longe de minha vista. Parem de fazer o mal!” (Is 1.16). Deus se agrada das manifestações de louvor, mas está muito mais interessado numa mudança interior.
Quanto ao coração, a purificação de nossos pecados é fundamental para nos aproximarmos de Deus. E quem pode purificar-nos? Jesus! É ele quem nos perdoa e nos apresenta diante de Deus “sem culpa”.
Alegre-se no dia de hoje, diante do Senhor. Renda-lhe graças pela beleza de Sua criação.
Louve ao Senhor! De coração, louve ao Senhor!


A todos que desejarem ter acesso aos devocionais Pão Diário, o link é o seguinte:
http://www.nossopaodiario.net/