"O antigo evangelho diz aos homens que eles precisam de Deus e não que Deus precisa deles (uma falsidade moderna); nem os exorta a terem compaixão de Cristo. Antes, anuncia que Cristo tem misericórdia deles, embora a misericórdia seja a última coisa que eles mereçam. Jamais perde de vista a majestade divina e o poder soberano do Cristo ao qual proclama, mas antes, rejeita categoricamente todas as descrições de Cristo que tendam por obscurecer a Sua livre onipotência. Será que isso significa, entretanto, que o pregador do antigo evangelho sente-se inibido ou está confinado ao oferecimento de Cristo aos homens, e em convidá-los para que O recebam? De forma nenhuma. Na verdade, justamente devido ao fato que o pregador reconhece que a misericórdia divina é livre e soberana, ele encontra-se em uma posição de dar muito mais valor à oferta de Cristo, em sua pregação, do que o expositor do novo evangelho. Pois essa oferta, por si mesma, é algo muito mais maravilhoso, em seus princípios fundamentais, do que jamais poderia sê-lo aos olhos daqueles que consideram o amor a todos os pecadores como uma necessidade da natureza de Deus, e, portanto, algo implícito."
Este Blog é um espaço para compartilhar verdades bíblicas em temas diversos para a Glória de Deus.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
O Antigo Evangelho, por J. I. Packer.
"O antigo evangelho diz aos homens que eles precisam de Deus e não que Deus precisa deles (uma falsidade moderna); nem os exorta a terem compaixão de Cristo. Antes, anuncia que Cristo tem misericórdia deles, embora a misericórdia seja a última coisa que eles mereçam. Jamais perde de vista a majestade divina e o poder soberano do Cristo ao qual proclama, mas antes, rejeita categoricamente todas as descrições de Cristo que tendam por obscurecer a Sua livre onipotência. Será que isso significa, entretanto, que o pregador do antigo evangelho sente-se inibido ou está confinado ao oferecimento de Cristo aos homens, e em convidá-los para que O recebam? De forma nenhuma. Na verdade, justamente devido ao fato que o pregador reconhece que a misericórdia divina é livre e soberana, ele encontra-se em uma posição de dar muito mais valor à oferta de Cristo, em sua pregação, do que o expositor do novo evangelho. Pois essa oferta, por si mesma, é algo muito mais maravilhoso, em seus princípios fundamentais, do que jamais poderia sê-lo aos olhos daqueles que consideram o amor a todos os pecadores como uma necessidade da natureza de Deus, e, portanto, algo implícito."
A filosofia da cruz, por A. W. Tozer
"A cruz se destaca em franca oposição ao homem natural. Sua filosofia se opõe aos processos da mente não-regenerada. Foi com essa idéia em foco que Paulo afirmou com toda franqueza que a cruz é loucura para os que perecem. A tentativa de encontrar um ponto comum entre a mensagem da cruz e o raciocínio do homem decaído é tentar o impossível, e se persistirmos o resultado será uma lógica prejudicada, uma cruz sem significado e um cristianismo despido de poder."
A. W. Tozer
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
O QUE SIGNIFICA TOMAR A CRUZ, POR A. W. PINK
“Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome sua cruz ...” Mt. 16:24
Viver a vida cristã é algo mais do que ter uma vida fácil e tranqüila; é um compromisso sério. É uma vida que tem de ser disciplinada com sacrifício. A vida de discipulado começa com a auto-renúncia e continua com a auto-mortificação. Em outras palavras esse texto bíblico se refere à cruz não apenas como um objeto de fé, mas como um princípio de vida, como um distintivo do discipulado, como uma experiência da alma. E, atenção: assim como é verdade que a cruz foi o único caminho de Jesus de Nazaré para o trono do Pai, o único caminho para uma vida de comunhão com Deus, é através da cruz. Os benefícios legais do sacrifício estão assegurados pela fé, quando a culpa do pecado é cancelada; mas a cruz só se torna eficaz sobre o poder do pecado que habita em nós quando ela é tomada diariamente em nossas vidas.
Então, o que “a cruz” significa? O que Cristo quis dizer com “tome a sua cruz”? É deplorável que nestes últimos tempos uma pergunta como essa precise ser feita é ainda mais deplorável que a grande maioria do próprio povo de Deus tenha concepções anti-bíblicas do porquê da existência da “cruz”. O crente em geral parece considerar a cruz a que se refere o texto como qualquer aflição ou dificuldade que possa lhe sobrevir. Qualquer coisa que venha perturbar a nossa paz, que é desagradável à carne, que nos irrita, é vista como uma cruz. Um diz: “Bem, essa é minha cruz!”, outro diz que outra coisa é a cruz dele.
A palavra nunca é utilizada dessa forma no Novo Testamento. A palavra “cruz” nunca é encontrada na forma plural, nem precedida por um artigo indefinido: “uma cruz”. Note também que no nosso texto a nossa cruz está ligada a um verbo na voz ativa, e não na passiva. Não é uma cruz que é colocada sobre nós, mas uma cruz que deve ser “tomada”. A cruz significa realidades definidas que incorporam e expressam as principais características da agonia de Cristo.
A. W. PINK
A. W. TOZER NOS ENSINA SOBRE ADORAÇÃO
...
A adoração cresce ou diminui em qualquer igreja, dependendo de nossa atitude para com Deus, se o consideramos grande ou pequeno. A maioria de nós vê Deus em ponto pequeno; nosso Deus é diminuto. Davi exclamou: ''Magnificai a Deus comigo" e "magnificar" não significa tornar Deus grande, pois você não pode fazer isso. O que pode fazer é vê-lo grande.
A adoração, como disse, cresce ou diminui segundo o nosso conceito de Deus. Essa a razão pela qual não creio nesses indivíduos meio-convertidos que chamam Deus de "o Homem lá de cima". Não acredito que adorem de forma alguma, pois o seu conceito de Deus é indigno d’Ele e deles também. Se existe uma enfermidade terrível na igreja de Cristo é a de não vermos Deus tão grande como ele é. Nós tratamos Deus com excesso de familiaridade.
Acredito que devamos ter novamente o velho conceito bíblico de Deus que torna Deus terrível e faz os homens se prostrarem, gritando: "Santo, santo, santo é o Senhor Todo-Poderoso". Isso faria mais pela igreja do que qualquer coisa.
Também acho que não devemos falar muito de Jesus como simplesmente Jesus. Penso que temos de lembrar-nos de quem Ele é. "Ele é seu Senhor, e é preciso adorá-lo". Embora Ele desça ao ponto mais baixo de nossa necessidade e se torne acessível a nós, com a ternura da mãe para com seu filho, não se esqueça, porém, que quando João o viu - aquele João que reclinara a cabeça em seu peito caiu aos pés d’Ele como morto.
O Deus do evangélico moderno raramente deixa alguém atônito. Ele consegue manter-se muito bem dentro da constituição, jamais quebrando nossos regulamentos internos. É um Deus bem comportado, muito denominacional, muito integrado em nosso meio, e lhe pedimos que nos ajude quando temos dificuldades e esperamos que nos guarde quando dormimos. O Deus do evangélico moderno não me inspira muito respeito. Mas quando o Espírito Santo nos mostra Deus como Ele é, nós O admiramos até o ponto de encher-nos de espanto e prazer.
...
A. W. TOZER
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
O amor ao próximo, por John Piper
Se você anseia por ver mais da abundância e liberalidade no suprimento de comida, casa e vestimenta, procure mostrar a outros a grandeza dessa abundância divina pela generosidade que você encontrou nele. Deixe a realização do seu próprio amor a si mesmo no amor a Deus transbordar em amor ao próximo. Ou, melhor, procure fazer com que Deus, que é a realização do seu amor a si mesmo, transborde por meio de você e se torne a realização do amor do seu próximo a si mesmo.
Se você quer experimentar mais da compaixão de Deus no consolo que ele te dá quando você está triste, procure mostrar a outros mais da compaixão de Deus, pelo consolo que você lhes estende quando eles estão tristes.
Se você anela por saborear mais da sabedoria de Deus nos conselhos que te dá quando seus relacionamentos estão sob tensão, procure passar mais da sabedoria de Deus a outros nos re1acionamentos tensos deles.
Se você se compraz em ver a bondade de Deus em momentos relaxados de lazer, proporcione essa bondade a outros ajudando-os a ter lazer.
Se você quer ver mais da graça salvadora manifesta poderosamente em sua vida, estenda essa graça à vida dos outros que carecem de graça salvadora.
Se você se regozija nas riquezas da amizade pessoal de Deus em circunstâncias boas ou ruins, estenda essa amizade aos solitários, em qualquer circunstância.
Ser cheio do Espírito...Tozer explica!
A. W. Tozer
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
A paz com Deus através da propiciação, por J. I. Packer
Neste pequeno texto extraído do livro "O Conhecimento de Deus", podemos perceber a clareza com que ele escreve, principalmente tendo em vista um assunto teológico tão profundo como é esse. A propiciação aborda o problema do pecado em relação a Deus. Literalmente, a idéia da propiciação é de aplacar ou acalmar a ira de Deus. Vejamos a relação que J. I. Packer faz entre a paz com Deus e a obra propiciatória na cruz.
"Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" (Jo 1:29). É aqui neste reconhecimento que, embora por natureza tenhamos diferenças com Deus e ele conosco, Jesus fez "a paz pelo seu sangue derramado na cruz" (Cl 1:20), que o verdadeiro conhecimento da paz de Deus começa.
Onde esta mudança de relacionamento com Deus — da hostilidade para a amizade, da ira para a plenitude do amor, da condenação para a justificação — não se realiza, o Evangelho da paz também não se estabelece.
A paz de Deus é primordialmente paz com Deus; é a situação na qual Deus, em lugar de estar contra nós, é por nós. Qualquer versão sobre a paz de Deus que não tenha início aqui será enganosa.
Como não buscar a Deus, por Tozer
Quem quer que busque a Deus como um meio para atingir um fim desejado, não encontrará Deus. O Deus poderoso, o criador dos céus e da terra, não será um dentre muitos tesouros, nem sequer o maior deles. Ele será tudo em todos ou nada será. Deus não se deixa manipular. Sua misericórdia e graça são infinitas e sua compreensão paciente é incomensurável, mas não ajudará os homens em seu esforços egoístas para obter ganhos pessoais. Não auxiliará os homens a atingir fins que, uma vez alcançados, usurpem o lugar que por direito lhe pertence no seu interesse e afeição.
O site do pastor John Piper
John Stephen Piper (11 de janeiro de 1946, Tennessee, EUA) é um escritor e ministro batista reformado, que atualmente serve como pastor sênior na Igreja Batista Bethlehem em Minneapolis, Minnesota. É muito famoso por causa de seu livro "Desiring God".segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Este mundo: campo de batalha ou parque de diversões?
Regeneração X Conversão, por James P. Boyce
JAMES P. BOYCE
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
A Santificação, segundo J. C. Ryle
2.Santificação é uma grandiosa e inseparável conseqüência da regeneração. Quem nasce de novo e é feito nova criatura, recebe uma nova natureza e um novo começo e tem que viver uma nova vida. A regeneração que o homem pode ter e ainda assim viver permanentemente no pecado ou no mundanismo, é uma regeneração inventada por teólogos não inspirados, mas nunca mencionada na Escritura. Pelo contrário, João expressamente diz que “Aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado”, “pratica a justiça”, “ama o próximo”, “guarda-se a si mesmo” e “vence o mundo” (I João 2:29; 3:9-14; 5:4-18). Simplesmente, a falta de santificação é um sinal de não-regeneração. Onde não há vida santa, não houve nascimento santo. Isto é duro de dizer, mas é uma verdade bíblica. Qualquer que é nascido de Deus, está escrito, “não vive pecando, porque é nascido de Deus” (I João 3:9).
3.Santificação é a única evidência da habitação do Espírito Santo que é essencial para a salvação. “Se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” (Rom 8:9). O Espírito nunca permanece dormente na alma: Ele sempre faz Sua presença conhecida pelos frutos que Ele causa no coração, no caráter e na vida. “O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl. 5:22). Onde estas coisas são encontradas, ali há o Espírito; onde estas coisas são esquecidas, os homens estão mortos perante Deus. O Espírito é comparado ao vento; e como o vento, Ele não pode ser visto pelos olhos do corpo. Mas assim como nós sabemos que há vento, pelo efeito que ele produz nas ondas, nas árvores e na fumaça, também podemos saber que o Espírito está numa pessoa pelos efeitos que Ele produz na conduta daquela pessoa. Não é lógico afirmar que nós temos o Espírito se nós também não “andamos no Espírito” (Gl. 5:25). Onde não há um viver santo, não há o Espírito Santo. O selo que o Espírito sela em nos cristãos é a santificação. Na verdade, “os que são guiados pelo Espírito de Deus”, e somente eles, “são filhos de Deus” (Rom. 8:14).
...
A verdadeira espiritualidade, segundo A. W. Tozer
A verdadeira espiritualidade manifesta-se em certos desejos dominantes. Eles são desejos sempre presentes, fixos, suficientemente poderosos para dominar e controlar a vida da pessoa. Para facilitar, vou mencioná-los, embora não me esforce para decidir sua ordem de importância.
1. Primeiro, o desejo de ser santo em lugar de feliz. A busca da felicidade, tão difundida entre os cristãos que professam uma santidade superior é prova suficiente de que tal santidade não se acha presente. O homem verdadeiramente espiritual sabe que Deus dará abundância de alegria no momento em que possamos recebê-la sem prejudicar nossa alma, mas não exige obtê-la imediatamente. John Wesley falou a respeito de uma das primeiras sociedades metodistas da qual duvidava terem seus membros sido aperfeiçoados em amor, pois iam à igreja para apreciar a religião em lugar de aprender como tornar-se santos.
2. O indivíduo pode ser considerado espiritual quando quer que a honra de Deus avance por meio de sua vida, mesmo que isso signifique que ele mesmo tenha de sofrer desonra ou perdas temporárias. Um homem assim ora: "Santificado seja o teu nome", e acrescenta baixinho: "Qualquer que seja o custo para mim, Senhor". Ele vive para honrar a Deus, através de uma espécie de reflexo espiritual. Cada escolha envolvendo a glória de Deus, para ele já está feita antes de apresentar-se. Não é necessário que debata o assunto em seu íntimo, pois nada há a discutir. A glória de Deus é necessária para ele; ele a aspira como alguém sufocando-se aspira o ar.
3. O homem espiritual quer carregar a sua cruz. Muitos cristãos aceitam a adversidade ou a tribulação com um suspiro e as chamam de sua cruz, esquecendo de que tais coisas podem acontecer tanto a santos como a pecadores. A cruz é aquela adversidade extra que surge como resultado de nossa obediência a Cristo. Esta cruz não é forçada sobre nós; nós voluntariamente a tomamos com pleno conhecimento das conseqüências. Nós decidimos obedecer a Cristo e fazendo essa escolha, decidimos carregar a cruz. Carregar a cruz significa ligar-se à Pessoa de Cristo, ser fiel à soberania de Cristo e obediente aos seus mandamentos. O indivíduo espiritual é aquele que manifesta essas características.
4. O cristão espiritual é também aquele que tudo observa sob o ponto de vista de Deus. A capacidade de pesar tudo na balança divina e dar-lhes o mesmo valor dado por Deus, é o sinal de uma vida cheia do Espírito. Deus olha para tudo e através de tudo ao mesmo tempo. Seu olhar não repousa sobre a superfície mas penetra até o verdadeiro significado das coisas. O cristão carnal olha para um objeto ou uma situação, mas pelo fato de não ver através dela fica entusiasmado ou deprimido pelo que vê. O homem espiritual tem capacidade para ver através das coisas como Deus vê e pensar nelas como Ele pensa. Ele insiste em ver tudo como Deus vê, mesmo que isso o humilhe e exponha a sua ignorância até o extremo de fazê-lo sofrer.
5. Outro desejo do homem espiritual é morrer retamente em lugar de viver no erro. Um sinal seguro do homem de Deus amadurecido é de sua despreocupação com a vida. O cristão terreno, consciente do corpo, olha para a morte com terror no coração; mas à medida que continua vivendo no Espírito torna-se cada vez mais indiferente ao número de anos que vai viver aqui embaixo, e ao mesmo tempo cuida cada vez mais do modo como vive enquanto está aqui. Não irá comprar alguns dias extra de vida ao custo da transigência ou do fracasso. Quer acima de tudo ser reto, e fica feliz em deixar que Deus decida quanto tempo deve viver. Ele sabe que pode morrer agora que está em Cristo, mas sabe que não pode agir erradamente, e este conhecimento torna-se um giroscópio que dá estabilidade aos seus pensamentos e seus atos.
6. O desejo de ver outros progredirem com sua ajuda é outro sinal do homem que possui espiritualidade. Ele quer ver outros cristãos acima de si e fica feliz quando estes são promovidos e ele negligenciado. Não existe inveja em seu coração; quando seus irmãos são honrados fica satisfeito, por ser essa a vontade de Deus e essa vontade é seu céu na terra. O que é agradável a Deus lhe dá também prazer, e se for do agrado de Deus exaltar outrem acima dele, satisfaz-se com isso.
7. O homem espiritual faz no geral juízos eternos e não temporais. Pela fé supera o poder de atração da terra e o fluxo do tempo e aprende a pensar e sentir como alguém que já deixou o mundo e foi juntar-se à imensa companhia dos anjos e à assembléia e igreja dos primogênitos arrolados nos céus, Um homem assim preferiria ser útil e não famoso, servir em lugar de ser servido.Tudo isto se realiza pela operação do Espírito Santo que ne!e habita. Homem algum pode ser espiritual por si mesmo. Apenas o Espírito da liberdade pode tornar o homem espiritual.
Será que estamos enquadrados nestas qualidades que Tozer descreve? Temos sido verdadeiramente cristãos espirituais? Se falharmos em relação aos nossos anseios espirituais com certeza seremos cristãos de fachada. Que o Senhor nos permite enxergar cada vez mais as arestas que precisam ser lapidadas em nosso viver, e assim trazer glória ao Seu Nome Excelso.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
A vida cristã, segundo Murray
"O único objetivo com o qual você tem sido feito um membro do Corpo de Cristo é que a Cabeça possa ter você para cumprir Sua obra salvadora. O único objetivo de Deus teve em fazer de você um ramo é que Cristo possa através de você transmitir vida a outras pessoas. Seu sucesso pessoal, seu emprego e cuidado com sua família, são inteiramente subordinados a isto. Seu principal alvo na vida, seu principal alvo todos os dias, deve ser o saber como Cristo deseja cumprir Seu propósito em você. Comecemos a pensar como Deus pensa. Aceitemos o ensino de Cristo e respondamos a ele."
ANDREW MURRAY
Frases do escritor A. W. Tozer
"Penso que minha filosofia seja esta: tudo está errado até que Deus endireite."
"Para orar com eficiência, precisamos querer o que Deus quer - isso e somente isso é orar conforme a vontade de Deus."
"É muito improvável que Deus use uma pessoa que nunca sofreu profundamente uma dor."
"Há muitos vagabundos religiosos em nossos dias que não querem estar presos a coisa alguma."
"O que perturba não é o fato de estarmos em transformação, e sim no quê estamos nos tornando. Quando um ser moral se desloca de uma posição a outra, necessariamente é para o melhor ou para o pior. Não só estamos todos num processo de transformação, mas estamos nos tornando naquilo que amamos..."
"É impossível alguém se arrepender de fato sem ter uma profunda decepção consigo mesmo."
"É impossível virar para o norte sem dar as costas para o sul."
"Uma consciência tranqüila vale mais que mil tesouros."