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sábado, 22 de janeiro de 2011

Exclusividade na adoração a Deus

2) Rejeitar a adoração exclusiva ao verdadeiro Deus resulta inevitavelmente numa vida desperdiçada (Jr. 13: 10)

Os profetas foram usados por Deus para alertar o povo, mas ainda assim Israel preferiu endurecer o coração e seguir após outros deuses. A recusa em ouvir as palavras do Senhor era acompanhada de uma entrega total à idolatria, pois suas consciências estavam cauterizadas (“corações endurecidos”, conforme o versículo). A idolatria era praticada por todas as classes sociais em Israel naquela época, mas Deus mostrou que estas atitudes inevitavelmente resultariam em vidas desperdiçadas, tal como aquele cinto de linho da parábola. A palavra traduzida aqui como “adorar” no hebraico também poderia ser traduzida como “se inclinar” ou “se prostrar.” Seguir outros deuses é se inclinar diante deles.

A Bíblia nos diz que os ídolos nada são. Na verdade estes deuses nunca existiram porque só há um único e verdadeiro Deus, o Criador de todas as coisas. Mas o grande problema da idolatria é que o foco da adoração passa a ser algo criado e não o Criador. Sendo assim, um ídolo é tudo aquilo que obtém a primazia em nosso viver e faz com que não nos inclinemos mais diante de Deus. Quando Deus não é o centro de nossas vidas, alguma outra coisa o é. O ídolo rouba a atenção e faz com que o nosso coração rejeite adorar com exclusividade o único Deus verdadeiro. Um escritor resumiu bem quando disse: "Idolatria é qualquer coisa que esfrie nosso desejo por Cristo" (Oliver Cromwell). Com certeza, render-se aos ídolos é um passo certo em direção a uma vida desperdiçada.

O profeta Ezequiel confrontou os anciãos de Israel sobre os ídolos. E é interessante perceber que a linguagem que o profeta utiliza nos mostra que os ídolos não estavam num altar, mas sim dentro do coração destes anciãos. Ezequiel 14:3: “Filho do homem, estes homens levantaram os seus ídolos dentro do seu coração, tropeço para a iniqüidade que sempre têm eles diante de si; acaso, permitirei que eles me interroguem?” O que colocamos no lugar de Deus captura o nosso coração, e então nos tornamos servos do nosso objeto de adoração. NÓS SOMOS GOVERNADOS POR AQUILO QUE ADORAMOS – e quando não é Deus quem nos governa estamos desperdiçando nossas vidas.

Os vícios são expressões de idolatria. Quando um vício se estabelece em nosso viver é porque este ídolo passou a nos governar. E não há como negar que qualquer vício é uma estrada larga que nos conduz a uma vida desperdiçada. Muita energia, tempo e recursos são gastos para alimentar os vícios. Apesar do prazer temporário que o vício oferece, cedo ou tarde as conseqüências serão terríveis. É por isso que devemos voltar os nossos corações para adorar somente a Deus, inclinando diariamente nossas vidas em Seu altar como sacrifício santo e agradável ao Senhor.

Quantos vícios muitos crentes acalentam em seus corações? Na verdade os vícios são ídolos que tomaram conta do coração e levam a uma vida miserável. Quais são os ídolos que estão em seu coração? Muitas vidas são desperdiçadas pela escravidão a algum vício sexual diante da Internet e outras vidas são desperdiçadas pela idolatria ao deus “dinheiro” ou ao deus “sucesso”. Será se nós não estamos acalentando um ídolo secretamente em nosso coração que nos impede de adorar exclusivamente ao Senhor? Se não queremos desperdiçar nossas vidas, precisamos destronar urgentemente estes ídolos e voltar os nossos olhos para o Senhor que nos resgatou com o alto preço do sangue de Cristo.

Um coração dividido nunca será agradável a Deus. Jesus nos alertou que ninguém pode servir a dois senhores, e o profeta Elias questionou os seguidores de Baal porque ficavam em cima do muro, coxeando entre dois pensamentos. Se o seu coração está dividido entre Deus e alguns ídolos, deve existir uma ruptura imediata com estes ídolos, pois somente Deus é digno de receber total adoração. O nosso Deus é Deus zeloso e não aceitará um povo que o adore sem exclusividade. É necessário que o coração esteja devotado somente a um único Senhor, assim como Davi orou: “dispõe-me o coração para só temer o teu nome” (Sl. 86:11).

Você adora ao Senhor com exclusividade? Ou existem ídolos que estão sendo acalentados em seu coração? Se estes ídolos estão governando suas prioridades e sonhos, o resultado inevitavelmente será uma vida desperdiçada e frustrações acumuladas ao longo do caminho.


ENCERRA NA PRÓXIMA POSTAGEM

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A verdadeira adoração

A adoração verdadeira é manter sempre o foco em Deus. Partindo deste pressuposto, podemos discernir se de fato estamos adorando a Deus verdadeiramente em nossas reuniões de adoração ou na vida particular. Quando nossas motivações reais para adorar ao Senhor se apresentam distantes do ideal de focalizar Deus em todas as coisas – isto é, glorificá-Lo acima de tudo e todos – não podemos afirmar que estamos adorando a Deus. Assim, será que o que nós convencionamos chamar de adoração a Deus não é uma grande farsa? Para responder acertadamente a esta pergunta precisamos definir com exatidão em quem está o foco na adoração.

O homem pós-moderno aprendeu desde cedo que é importante ser aclamado e ovacionado. Esta tendência vem do berço, pois todos nós nascemos pecadores com a natureza de Adão. Sendo assim, o homem quer ter a primazia em tudo. E não é mera coincidência porque muitas das letras de músicas que são conhecidas como “músicas de adoração”, na verdade centralizam o homem e colocam Deus como apenas um supridor de necessidades. Se o foco está no homem e se Deus é apenas acessório, definitivamente isto não é adoração verdadeira. Podemos observar ajuntamentos de pessoas cantando euforicamente, mas são cânticos lançados ao vento que não chegam ao trono de Deus, pois somente Ele é digno de ser adorado e reconhecido como o Altíssimo.

Para adorar a Deus o homem precisa se esvaziar de suas vontades carnais. O homem tem que descer do trono e sair do pedestal de orgulho. Somente ao negar-se a si mesmo, o homem terá condições de adorar verdadeiramente a Deus. Somente ao rejeitar sua própria glória, o homem poderá achegar-se a Deus com o propósito sublime de glorificar somente o Seu Excelso Nome.

Esta é grande necessidade dos nossos dias. O Pai ainda procura os adoradores que O adorem em espírito e em verdade, mas somente os filhos redimidos do ego e convertidos pela graça estão prontos para oferecer-Lhe uma adoração não fingida. Quem já foi convertido pela graça entende perfeitamente que o foco da adoração deve estar direcionado somente para o Senhor Deus, que é o Único merecedor de honras, glória e louvor pelos séculos dos séculos.


BREVE MEDITAÇÃO TEMÁTICA
MARCOS AURÉLIO DE MELO

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Adoração - um propósito sublime

"Palavra que da parte do Senhor foi dita a Jeremias: Põe-te à porta da Casa do Senhor, e proclama ali esta palavra, e dize: Ouvi a palavra do Senhor, todos de Judá, vós, os que entrais por estas portas, para adorardes ao Senhor."
Jeremias 7: 1-2


UM PROPÓSITO TÃO SUBLIME COMO A ADORAÇÃO EXIGE DE NÓS ALGUMAS MUDANÇAS URGENTES


1) DE UM PROCEDIMENTO NEGLIGENTE PARA UM PROCEDIMENTO EXCELENTE

“Emendai os vossos caminhos e as vossas obras.” (Vs. 3)
“Se deveras emendardes os vossos caminhos e as vossas obras.” (Vs. 5)

O povo estava trilhando caminhos pecaminosos e não praticando obras reprováveis por Deus. Este era o quadro que o profeta Jeremias tinha diante de si. Uma completa negligência em proceder de modo agradável a Deus e uma completa ruptura com os padrões de santidade que Deus exigiu para o seu povo. E mesmo com este procedimento, o povo se dirigia ao templo do Senhor com a intenção de adorar ao Senhor, como se não tivessem feito nada. Jeremias foi muitas vezes incisivo com aqueles rebeldes, e não deixou de alertá-los sobre as conseqüências de tais atos.
A vida do cristão deve ser um testemunho vivo e permanente da transformação efetuada pelo Espírito Santo de Deus. O nosso procedimento está intimamente ligado à adoração, porque a nossa vida dever ser um culto ao Senhor. Se desejamos adorar ao Senhor na beleza da Sua Santidade, devemos afinar nosso procedimento, conforme ele mesmo requer de nós: “Sede santos, porque eu sou santo.”
A vida de muitos crentes é um completo estorvo porque não adoram a Deus através de um procedimento excelente. O nosso testemunho precisa estar alinhado com o propósito para o qual vivemos. Não devemos negligenciar os padrões que Deus exige e continuar afirmando com os lábios que adoramos a Deus.


2) DE UMA COMPREENSÃO DISTORCIDA PARA UMA COMPREENSÃO COERENTE

“Não confieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este.” (Vs. 4)

O povo de Israel compreendia de forma distorcida a essência da adoração. Para aqueles adoradores, o templo era um local “diferenciado”, e portanto deveriam dedicar-se a adorar ao Senhor somente no templo. Assim, eles transformaram o templo num covil de salteadores (Jr. 7:11), onde se reuniam para aliviar a consciência cumprindo rituais vazios de significado. O grande problema foi a supervalorização do “local”, uma ênfase exagerada na suntuosidade do grande templo construído por Salomão. A questão importante aqui não é o onde, mas o como e a quem.
Ex. ilustração: (Mulher samaritana). A mulher samaritana também possuía uma compreensão distorcida sobre adoração. Ela associava adoração a ajuntamentos no monte Gerizim, que era o local de culto escolhido pelos samaritanos. João 4: 20-24 nos mostra este episódio. Jesus responde que adorar a Deus é uma atitude que extrapola os limites impostos por templos e rituais.
“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” (João 4: 23,24)
“Adorar em espírito é o contrário de adorar de maneiras meramente externas. É o contrário do formalismo e do tradicionalismo vazios. Adorar em verdade é o contrário da adoração baseada em um entendimento inadequado de Deus.” (JOHN PIPER)
Nós precisamos ter também uma compreensão coerente a respeito do significado da adoração. Não devemos restringir a adoração aos cultos ou a reuniões da igreja. É claro que congregar-nos como irmãos é importante, traz comunhão e progresso para o corpo. Mas o grande risco que corremos é supervalorizar os finais de semana e os cultos da igreja, como se a adoração a Deus estivesse restrita ao templo.
A coerência está implícita quando Paulo nos exorta a apresentar os nossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o culto racional (Rm. 12:1). Esta compreensão precisa estar alinhada com o culto que prestamos a Deus, e somente assim poderemos apresentar um sacrifício de adoração que seja agradável ao Senhor.
Nós somos templo do Senhor (I Cor. 6:19), e esta compreensão nos leva a ter uma postura de adorador em todo momento. A vida do cristão deve ser um culto constante. Quantas pessoas não colocam toda a sua motivação de vida cristã em reuniões, programas e eventos na igreja? Não há nada errado em programações que glorificam a Deus, mas o foco do cristão deve estar muito além disso. Que possamos viver de modo a glorificar a Deus em qualquer situação, em qualquer ambiente e diante de qualquer pessoa.


3) DE UM ENVOLVIMENTO SUPERFICIAL PARA UM ENVOLVIMENTO DILIGENTE

“Se deveras praticardes a justiça, cada um com o seu próximo; ... se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva.” (Vs. 5b, 6a)

O próximo é todo aquele que carecia de amparo, e era obrigação de todo judeu ajudar os que não tinham recursos e viviam na precariedade. O estrangeiro, o órfão e a viúva eram pessoas que viviam à margem da sociedade. E por isso Deus instituiu várias leis que favoreciam estas pessoas. Era ordenado que estas pessoas fossem acudidas em suas carências e necessidades. Mas ainda assim não havia obediência a este princípio de cuidado com os menos favorecidos.
Nossa adoração precisa incluir a comunhão do corpo de Cristo, pois cada crente em Jesus deve partilhar com seus irmãos de fé as riquezas espirituais que lhe são concedidas por Deus. Um envolvimento de interesse mútuo, visando o bem dos que estão ao nosso redor, atesta que a nossa adoração ao Senhor está em consonância com a Sua Vontade.
A comunhão entre os membros da família de Deus é uma grande expressão de adoração. E não há como dissociar a comunhão entre os irmãos e adoração a Deus. Como vamos dizer que amamos a Deus se não amamos nossos irmãos? (I Jo. 4:20) É uma verdadeira falácia afirmar que adoramos a Deus se não cultivarmos um envolvimento pessoal e diligente com os que fazem parte do corpo de Cristo.
Precisamos priorizar um envolvimento diligente para o bem de nossos irmãos e irmãs, favorecendo o crescimento em comunhão em todas as oportunidades. O grande problema é que nós achamos que a adoração a Cristo pode ser resumida aos poucos minutos que passamos reunidos como igreja. Diligência exige esforço de nossa parte, e para isso temos que sair da zona de conforto em que nos acostumamos a viver.


Marcos Aurélio de Melo
Estudo Bíblico baseado em Jeremias 7: 1-7

terça-feira, 14 de julho de 2009

Um lembrete sobre adoração

Muitas vezes, a minha presença perante o Rei do universo não passa de um ato religioso e hipócrita. Ultimamente tenho refletido sobre a adoração verdadeira, o culto genuíno. Por que eu vou à igreja? Creio que o culto cristão na minha vida é um dos campos de batalha mais disputados. Teria medo de saber quantas vezes eu realmente adorei a Deus nos cultos da igreja! Olhando para mim mesmo, descubro que muitas vezes minha presença na igreja foi muito mais um ato de religiosidade, de tradição, rito, e legalismo do que adoração verdadeira.

Creio que há muitas razões por trás disso. Realmente é uma batalha! A verdadeira adoração é trabalho . . . é DAR . . . Não é um pic-nique! Há tantos obstáculos para superar, há tantos conceitos errados de "culto" e de Deus em nossas cabeças! A mornidão, a indiferença espiritual, a apatia, a tradição, são inimigos do culto verdadeiro. Mas gostaria de sugerir que o problema principal no nosso culto é que não conhecemos o nosso Deus! As nossas mentes estão tão preocupadas com nosso "eu"; focalizamos tanto em "receber uma benção"; somos tão descuidados no preparo para o culto; fazemos tanto barulho sem substância; olhamos tanto para as pessoas ao nosso redor; desligamos as nossas mentes com tanta facilidade; caímos na rotina. Perdemos de vista o por que da nossa adoração, e mais importante, o quem da nossa adoração. O problema é que temos um relacionamento errado com Deus!


Pr. Davi Merkh
Extraído do site: Palavra e Família


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Não existe nada melhor

Na caminhada cristã ouvimos, cantamos e aprendemos muitas músicas. Louvamos ao Senhor com nossos lábios porque isso é bom e agradável. Estive ouvindo recentemente um cântico que anda meio esquecido, mas já foi muito cantado congregacionalmente em tempos idos.

Então resolvi compartilhar a letra desta bela canção que, apesar de ser bem pequena, traduz em palavras simples o anelo do verdadeiro adorador. Adorar a Deus é muito mais do que cantar - é um estilo de vida, pois podemos adorar a Deus em tudo o que fazemos, quando miramos a Sua Glória.

Mas cantar é uma grande oportunidade para expressarmos com o coração a singularidade do nosso Deus. E creio que não existe nada melhor do que ser amigo de Deus, como foi Abraão, o pai da fé. Que possamos sempre ter em mente a essência da verdadeira adoração: perceber a grandeza do poder de Jesus, o nosso Bom Pastor.

Então é hora de relembrar! Quem já ouviu ou já cantou esta música está convidado a deixar o seu comentário.


Não existe nada melhor

Não existe nada melhor
Do que ser amigo de Deus
Caminhar seguro na Luz
Desfrutar do seu amor

Ter a paz no coração
Viver sempre em comunhão
E assim perceber a grandeza do poder
De Jesus, Meu bom pastor

Letra/Música de Adhemar de Campos


terça-feira, 10 de março de 2009

A ausência da adoração

Uma das frases mais conhecidas do escritor A. W. Tozer é esta: "A adoração é a jóia ausente no meio evangélico moderno." Somos verdadeiros adoradores, na essência da palavra, conforme foi definida por Jesus Cristo? Ele nos disse que o Pai procura adoradores que O adorem em Espírito e em Verdade. Precisamos acordar desta letargia espiritual em que nos encontramos mergulhados. A vida que Deus nos deu é uma só, e devemos vivê-la com o objetivo de glorificar o Seu Nome Excelso. A adoração é um estilo de vida que nos dá a plena convicção da majestade de Deus sobre todas as coisas e, por isso mesmo, não há como servir a Deus de modo autêntico, sem render-lhe adoração genuína. Vejamos o que Tozer nos tem a dizer sobre esta jóia tão ausente nos nossos dias.



"A adoração é um imperativo moral. Em Lucas 19:37-40, toda multidão dos discípulos se achava adorando o Senhor quando Ele veio e alguns fizeram censuras. O Senhor lhes disse: "Asseguro-vos que. se eles se calarem, as próprias pedras clamarão".

A adoração é a jóia ausente no meio evangélico moderno. Somos organizados, trabalhamos, temos nossos compromissos. Temos quase tudo, mas existe uma coisa que as igrejas, até mesmo as evangélicas não têm: a capacidade para adorar. Não estamos cultivando a arte da adoração. Essa é a gema brilhante que falta na igreja de hoje, e acredito que devamos procurá-la até que possa ser encontrada.

Acho que devo estender-me mais um pouco sobre o que é a adoração e o que seria se existisse na igreja. É uma atitude, um estado de mente, um ato sujeito a graus de perfeição e intensidade. No momento em que Deus envia o Espírito de seu Filho aos nossos corações, dizemos "Abba" e estamos adorando. Esse é um lado. Mas muito diferente é sermos adoradores no pleno sentido da palavra no Novo Testamento."


A. W. TOZER

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

A adoração que honra a Deus

Também gosto de escrever. Ainda estou engatinhando na arte da escrita, mas usarei este Blog para compartilhar alguns textos que escrevo. Então irei começar falando um pouco sobre adoração e da sua importância na vida dos filhos de Deus. Dê a sua opinião, comente...


O verdadeiro adorador tem sentimentos corretos a respeito de Deus. Contemplar a beleza do Senhor é uma constante na vida do adorador autêntico. Ele não se contenta em viver imerso no submundo da “liturgia fria” e do formalismo hipócrita. O adorador que agrada a Deus contempla e se prostra ante o trono da graça, maravilhado com o amor e perdão oferecido através de Cristo, no Calvário. John Piper resumiu bem quando escreveu o seguinte: “Onde os sentimentos por Deus estiverem mortos, a adoração está morta.”

O verdadeiro adorador sabe quem é o seu Deus e porque O adora. Deus é plenamente adorado quando nossos conceitos a respeito d’Ele partem de uma compreensão profundamente arraigada no conhecimento das Escrituras. O nosso objetivo como adoradores deve ser adorar a Deus como Ele é apresentado, com todos os Seus atributos, levando em conta todos os Seus poderosos feitos e toda a Sua Glória. Importa que O adoremos em verdade, e a verdade sobre Deus só pode ser encontrada quando o próprio Deus a revela. Para isso temos diante de nós a Bíblia, o livro que revela Deus como Ele verdadeiramente é. Somente através da revelação de Deus sobre Si mesmo teremos condições de adorá-Lo sem afrontar a Sua santidade.

O verdadeiro adorador se alegra em Deus. Mas não se trata aqui daquela alegria distorcida que algumas vezes toma conta de nós, quando é o “eu” que busca ser glorificado. Não! Estamos tratando aqui da alegria que se firma em Deus, não no ser humano pecador. A alegria no Senhor é a nossa força. Deleitar-se no Senhor, agradar-se n’Ele e desfrutar de Sua presença são anelos do verdadeiro adorador. Adorar a Deus sem alegrar-se n’Ele também é uma afronta. Cada instante de adoração precisa ser preenchido da alegria que vem do alto, transbordando em nosso coração a plena certeza que Deus aceita e recebe como aroma suave este ato de adoração.


Para pensar:
-O verdadeiro adorador não se contenta em viver imerso no submundo da “liturgia fria” e do formalismo hipócrita.
-Importa que O adoremos em verdade, e a verdade sobre Deus só pode ser encontrada quando o próprio Deus a revela.
-Adorar a Deus sem alegrar-se n’Ele é uma afronta.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A. W. TOZER NOS ENSINA SOBRE ADORAÇÃO

Nos dias de hoje, os cristãos possuem o desafio urgente de resgatar a adoração que Deus espera de nós. Importa que os adoradores do Senhor O adorem em espírito e em verdade. Neste texto, Tozer nos ensina a respeito da grandiosidade implícita no ato de adorar a Deus. Estas palavras servem de alerta para os cristãos que anseiam adorar a Deus. Então vamos aprender juntos.

...

A adoração cresce ou diminui em qualquer igreja, dependendo de nossa atitude para com Deus, se o consideramos grande ou pequeno. A maioria de nós vê Deus em ponto pequeno; nosso Deus é diminuto. Davi exclamou: ''Magnificai a Deus comigo" e "magnificar" não significa tornar Deus grande, pois você não pode fazer isso. O que pode fazer é vê-lo grande.

A adoração, como disse, cresce ou diminui segundo o nosso conceito de Deus. Essa a razão pela qual não creio nesses indivíduos meio-convertidos que chamam Deus de "o Homem lá de cima". Não acredito que adorem de forma alguma, pois o seu conceito de Deus é indigno d’Ele e deles também. Se existe uma enfermidade terrível na igreja de Cristo é a de não vermos Deus tão grande como ele é. Nós tratamos Deus com excesso de familiaridade.

Acredito que devamos ter novamente o velho conceito bíblico de Deus que torna Deus terrível e faz os homens se prostrarem, gritando: "Santo, santo, santo é o Senhor Todo-Poderoso". Isso faria mais pela igreja do que qualquer coisa.

Também acho que não devemos falar muito de Jesus como simplesmente Jesus. Penso que temos de lembrar-nos de quem Ele é. "Ele é seu Senhor, e é preciso adorá-lo". Embora Ele desça ao ponto mais baixo de nossa necessidade e se torne acessível a nós, com a ternura da mãe para com seu filho, não se esqueça, porém, que quando João o viu - aquele João que reclinara a cabeça em seu peito caiu aos pés d’Ele como morto.

O Deus do evangélico moderno raramente deixa alguém atônito. Ele consegue manter-se muito bem dentro da constituição, jamais quebrando nossos regulamentos internos. É um Deus bem comportado, muito denominacional, muito integrado em nosso meio, e lhe pedimos que nos ajude quando temos dificuldades e esperamos que nos guarde quando dormimos. O Deus do evangélico moderno não me inspira muito respeito. Mas quando o Espírito Santo nos mostra Deus como Ele é, nós O admiramos até o ponto de encher-nos de espanto e prazer.

...

A. W. TOZER

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

VERDADEIRA ADORAÇÃO

Leiam este texto sobre adoração, e tirem ricas lições sobre o assunto.


De forma bem simples, o autor Bill Clark comenta sobre como podemos glorificar a Deus quando O adoramos.

E então o que acharam?
Comentem também.