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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Sinceridade é suficiente?

É muito comum ouvir pessoas afirmarem que para ter a salvação eterna o que importa é a sinceridade no coração. De acordo com esta ideia, o que vale mesmo é ter um coração sincero, independentemente da religião ou de qual o estilo de vida de alguém. Mas o que a Bíblia tem a nos dizer sobre isso? Será verdade que ter um coração sincero é o fator determinante para a salvação eterna?
A Bíblia nos mostra que não é a doutrina a qual abraçamos, nem o conjunto de práticas religiosas que possamos seguir fielmente, nem uma vida irrepreensível aos olhos dos outros que pode nos salvar. Muitas pessoas fazem caridade e doações para os pobres com o coração sincero. Mas o que a Bíblia ensina? Em Isaías 64:6 aprendemos que, por mais sinceras que sejam estas atitudes, diante de Deus as nossas justiças e boas obras são consideradas como trapos de imundícia, isto é, sem valor nenhum.
Quando Jesus realizava seu ministério ensinando os seus discípulos um jovem rico veio procurá-lo. Este jovem tinha qualidades morais excepcionais e um comportamento irretocável. Ele nunca tinha feito mal a ninguém e guardava os mandamentos de Deus desde a sua juventude, com toda sinceridade no coração. Este jovem perguntou ao Senhor Jesus: “Que farei para herdar a vida eterna?” Apesar de fazer boas obras, e seguir os mandamentos da Lei de Moisés, Ele gostaria de ouvir a resposta de Cristo sobre este assunto. Mas Jesus desafiou aquele rapaz a vender tudo o que tinha para seguir a Cristo. Diz a Bíblia que aquele jovem saiu triste para sua casa, porque era dono de muitas propriedades. Ele não queria abrir mão do seu conforto para seguir a Jesus.
Observem comigo: sua vida exterior era perfeita e suas atitudes eram sinceras, mas escondia um coração ainda escravizado pelas riquezas. O deus que aquele jovem dizia seguir com sinceridade na verdade era uma ilusão. E ainda é assim hoje. Conheço várias pessoas que possuem sinceridade e mostram muita integridade em suas ações, mas suas vidas ainda não pertencem a Cristo e não querem segui-lo de todo coração. Preferem usar a capa da religião e das boas obras para não ter que assumir um compromisso verdadeiro com o Senhor Jesus. Se você, meu caro leitor, pensa e age desta forma, eu quero dizer: sua sinceridade não vai aproximá-lo de Deus. Na verdade, esta sinceridade em ser religioso vai afastá-lo do verdadeiro arrependimento por meio da fé em Cristo, como afastou os fariseus da época de Jesus.
Concluindo, a simples sinceridade de coração não vai salvar ninguém, pois todos pecaram e não podem agradar a Deus. É por isso que todos nós precisamos de um Salvador pessoal que é Cristo Jesus, que “veio ao mundo, para salvar os pecadores” (1 Timóteo 1:15), pois “em nenhum outro nome há salvação, porque debaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).



MARCOS AURELIO DE MELO
MEDITAÇÃO PARA PROGRAMA DE RÁDIO

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O sentido da vida

Você já parou para pensar qual o verdadeiro sentido da vida? Qual o real propósito de vivermos neste mundo? Esta pergunta já foi feita por muitos filósofos, que apresentaram respostas falsas e incoerentes. Mas qual é a resposta bíblica para esta questão que deixa muitas pessoas confusas. Afinal, por que estamos neste mundo? Qual o propósito da vida?

As pessoas estão inquietas, procurando de todas as formas encontrar o verdadeiro sentido da vida. E encontram respostas superficiais, que não são confiáveis, porque se baseiam no pensamento humano. E quando não encontram respostas, alguns preferem dar fim à própria vida e outros preferem aproveitar a vida sem se importar com as conseqüências. Muitos pensam que o sentido da vida está no sucesso ou no dinheiro, e descobrem que mesmo com a conta bancária cheia de dinheiro ainda assim precisam encontrar sentido em suas vidas.

O verdadeiro sentido da vida está em conhecer a Deus e viver para a Sua glória. É importante saber que a vida não faz o menor sentido se Deus não estiver presente. Dentro do homem existe um vazio que só pode ser completamente preenchido pela graça de Deus e somente esta graça dá verdadeiro sentido e propósito à vida do homem. O rei Salomão se questionou muitas vezes sobre o sentido da vida. Ele escreveu o livro de Eclesiastes que mostra suas dúvidas sobre o propósito de viver neste mundo. Mas no final do seu livro o rei Salomão conclui dizendo: “De tudo o que se tem ouvido, o resumo é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem.” Ou seja, sem Deus a vida não faz o menor sentido e por isso todo homem deve temer a Deus e guardar os seus mandamentos. Em outras palavras o homem deve conhecer a Deus e viver para a sua Glória. Mas conhecer a Deus só é possível por meio de Jesus Cristo – que pagou o preço para termos acesso a Deus.

Além disso, temos que entender que o homem não existe por acaso e quando esta vida acabar virá a eternidade. A pergunta sobre o sentido da vida é muito importante e não pode ser ignorada, pois temos somente uma única vida. Quando nosso tempo se acabar neste mundo, nossa carreira aqui terá terminado definitivamente. No entanto, nossa existência continuará no porvir. E então Deus, o nosso Criador, nos pedirá conta de nossa vida terrena. Para cada ser humano existe a possibilidade de colocar um fim à falta de sentido de sua vida e iniciar um relacionamento com Jesus Cristo. Ele faz o convite: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei" (Mateus 11:28) "Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância" (João 10:10). "O que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora" (João 6:37).

Você já parou pra pensar no sentido da sua vida? Então hoje é o dia de começar a entender o sentido real da vida, ao lado de Jesus Cristo. Não tente achar o sentido para a sua vida em coisas passageiras e terreais. Busque a Cristo e Ele o encontrará. Como o Supremo Pastor prometeu, Ele nos guiará pelos vales ou montes e com certeza não faltará propósito em nosso viver.

MARCOS AURÉLIO DE MELO
MEDITAÇÃO BÍBLICA
PROGRAMA VIVA COM CRISTO

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Não desperdice a sua vida

TEXTO-BÍBLICO: II SAMUEL 23: 1-7
No final de cada ano é comum as redes de televisão transmitirem a famosa retrospectiva. Este programa tem como objetivo repassar em poucos minutos o que aconteceu de mais importante ao longo do ano, bem como os fatos e personagens que foram destaque no meio jornalístico. Quando se trata de retrospectiva é muito importante fazer uma análise apropriada dos fatos. É importante que o crente também faça uma retrospectiva, não apenas no final do ano ou quando se aproxima o fim da vida num leito de hospital.

As últimas palavras de alguém sempre ficam marcadas na memória de parentes e pessoas próximas. Neste texto, o rei Davi já está bem velho e logo passará o cetro de rei para o filho Salomão. Suas últimas palavras estão carregadas de emoção, mas ao mesmo tempo, estão cheias de certeza. Podemos dizer que Davi viveu intensamente e sua biografia não caberia em poucos minutos de uma retrospectiva na televisão. Mas o importante em tudo isso é saber que Davi não desperdiçou a sua vida, como ele mesmo afirma com as palavras deste texto. Sendo assim, eu gostaria de afirmar e provar a seguinte proposição:

“Algumas certezas confirmam que a nossa vida não foi desperdiçada”

De acordo com este texto, que certezas confirmam que a nossa vida não foi desperdiçada?

1 – A plena certeza de ter sido usado por Deus (Vs. 1,2)

Davi foi levantado por Deus para ser o rei de Israel (Salmo 78:70,71). O Senhor ordenou que Davi fosse ungido por Samuel (I Sm. 10:1) para esta tarefa tão importante. Além disso, a maioria dos salmos cantados em Israel era de autoria de Davi. Além disso, o rei Davi tinha certeza de que o Espírito do Senhor trabalhava por meio dele (dependência). Todos estes fatos comprovam que ele foi muito usado por Deus enquanto viveu.

O crente que não tem certeza de que está sendo usado por Deus está desperdiçando a sua vida com inúmeras futilidades ou banalidades. A Bíblia em algumas passagens afirma que nós somos “vasos”, mas não “vasos de enfeite”. Os vasos descritos na Bíblia são vasos úteis para algum serviço. Por exemplo, em 2Tm. 2:21 está bem claro que devemos ser “utensílios para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparados para toda boa obra.” Timóteo, um jovem pastor, deveria estar bem ciente que no serviço do Senhor não poderia cruzar os braços.

Mas muitos crentes já terceirizaram o serviço do Senhor e se tornaram meros espectadores. Isto é um grave problema no meio do povo de Deus, pois mostra que muitos estão desperdiçando suas vidas deixando de servir ao Senhor. Esta falta de compromisso que se percebe no meio da igreja denota a superficialidade com que encaramos o serviço ao Senhor. Um crente acomodado afronta ao Senhor, que o comprou com alto preço. Não estou falando de ativismo, pois o ativismo é tão perigoso quanto a falta de compromisso. Mas o crente que não deseja desperdiçar a sua vida precisa dedicar-se diariamente para ser usado pelo Senhor, servindo na dependência do Espírito.

Você tem plena certeza que está sendo usado por Deus no seu dia-a-dia? De que forma Deus já usou você nesta semana? Como você serve ao Senhor com os dons que recebeu? Para o crente genuíno, não deve existir nada mais satisfatório do que ser usado por Deus e para a glória de Deus. Nós pertencemos a Deus duplamente: fomos criados e comprados por Ele. Sendo assim temos que viver com o seguinte pensamento: “Só uma vida, e logo passará; só o que é feito para Cristo durará.”

2 – A plena certeza de ter sido moldado por Deus (Vs. 3,4)

Davi aprendeu a governar com justiça o povo de Israel e a estabelecer a retidão porque foi moldado por Deus ao longo de sua vida. O rei Davi dominou o povo no temor de Deus, ou seja, ele tinha plena convicção de que sem temer a Deus seria impossível reinar eficientemente. Além disso, a metáfora no versículo 4 indica que alguém que está sendo moldado no “temor do Senhor” é como a luz de um dia ensolarado após uma forte chuva. A associação com Provérbios 4:18 é inevitável: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.”

Deus utiliza várias fases da vida para aperfeiçoar os seus servos e lapidá-los. Davi entrou na escola do temor a Deus bem jovem. Acostumado a pastorear ovelhas e lutar com feras selvagens, ele teve que encarar o gigante Golias depois de ter sido ungido por Samuel. Seu caráter foi pouco a pouco sendo moldado em meio aos vales e desertos que teve que atravessar quando fugia do rei Saul. Após cometer os pecados envolvendo adultério e homicídio, ele enfrentou a dura disciplina do Senhor e vários problemas sobrevieram a sua própria família. Tudo isso Deus usou para moldar o caráter deste homem.

A Bíblia nos conta a história de José que foi vendido pelos irmãos como escravo para o Egito. Naquele país pagão ele enfrentou revezes e inúmeros desafios. Mas ao chegar ao fim de sua vida, diante dos seus irmãos, ele faz uma retrospectiva e percebe que sua vida não foi desperdiçada porque Deus moldou o seu caráter (Gn. 50:18-21). Deus fez José entender que tudo que aconteceu com ele estava dentro dos perfeitos propósitos divinos.

Ao fazer uma retrospectiva o crente que não desperdiçou a sua vida tem plena certeza de que foi moldado por Deus ao longo da jornada. As arestas de autossuficiência e orgulho precisam ser retiradas, e Deus é especialista em tirá-las de seus filhos. Quando o nosso caráter está sendo moldado por Deus há muita dor envolvida, mas o resultado supera toda dor. O desejo de pecar precisa ser mortificado cada vez mais, e Deus utiliza meios que nos levam a uma mudança bíblica real.

Você olha para trás e percebe o quanto cresceu no “temor do Senhor”? Fazendo uma retrospectiva você consegue enxergar que “arestas” Deus retirou de sua vida? O objetivo do Senhor é nos conformar à perfeita imagem de Cristo (Rm. 8:29), como um Oleiro que molda o barro como lhe apraz (Jr. 18:4).

3 – A plena certeza de ter sido abençoado por Deus (Vs. 5)

Davi olha para trás e percebe o quanto Deus o abençoou. Ele não é cego diante de tantas bênçãos e se mostra totalmente satisfeito. A aliança do Senhor com Davi estava firmada e garantida em todos os aspectos – bem definida e segura. Com estas palavras, Davi reconhece que tudo em sua vida teve início com Deus. As bênçãos sem medida que este servo traz à sua memória estão alicerçadas em Deus somente e, consequentemente a sua esperança para o futuro também se firma em Deus.

Nós também fomos muito abençoados. A Bíblia nos diz que “Deus nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo” (Ef. 1:3), e isto significa muito mais do que podemos imaginar. Quando olhamos para nossas vidas sem Cristo e notamos a maravilhosa graça de Deus que nos alcançou, precisamos dobrar nossos joelhos em adoração. Perceber o quanto temos sido abençoados por Deus deve encher os nossos corações de gratidão e modificar o modo como vivemos neste mundo. O cuidado de Deus direcionado aos seus filhos é além de qualquer expectativa, seja no passado, presente ou futuro. “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.” (Tiago 1:17).

Jesus espera que tenhamos “vida com abundância”, não uma vida desperdiçada! As bênçãos de Deus sobre o seu povo são abundantes e quem não tem olhos para enxergá-las está literalmente desperdiçando sua vida. Muitas pessoas preferem desconfiar de Deus e vivem na mediocridade dentro das igrejas, porque ainda não reconheceram que as bênçãos celestiais são muito mais importantes do que as bênçãos materiais.

Feliz é o homem que faz uma retrospectiva de sua vida e possui esta certeza em seu coração. Não podemos desperdiçar nossas vidas com futilidades ou viver resmungando pelos cantos, pois Deus tem nos abençoado muito além do que podemos imaginar ou merecer.

Estas certezas devem encher o nosso coração em cada novo dia, porque não sabemos nem dia ou hora que Deus nos chamará para Si. Viver baseado nestas certezas já é uma grande vitória e chegar ao fim da vida alicerçado nelas é vitória ainda maior. Não há nada mais ruim do que desperdiçar a vida com coisas banais. Seremos cobrados por tudo que Deus nos concedeu: tempo, dons, talentos. O apóstolo Paulo não desperdiçou a sua vida, pois ele “combateu o bom combate, completou a carreira e guardou a fé” (2 Tm. 4:7). Reflita sobre estas verdades e, acima de tudo, não desperdice a sua vida!


MARCOS AURÉLIO DE MELO
ESTUDOS NO LIVRO DE II SAMUEL

sábado, 8 de agosto de 2009

A filosofia da nossa época

“TUDO SUCEDE IGUALMENTE A TODOS”
(palavras de Salomão no auge da sua melancólica reflexão em Eclesiastes 9:2)

Numa visão estreita da realidade humana, o sábio Salomão até tinha razão ao afirmar isto. O fim da vida terrena é o túmulo, para aqueles que pensam: “morreu, acabou”. As pessoas neste mundo buscam apenas um lugar ao sol enquanto vivem aqui, sem dar a mínima importância ao que a Bíblia ensina sobre o destino após a morte. É como o homem rico descrito em Lucas 12: 16-21, que tinha muitos bens ao seu dispor, mas não deu importância ao destino da sua alma.

A filosofia com suas grandes indagações, procura responder às primeiras questões do homem: “quem sou eu, onde estou, de onde vim, para onde vou?” O filósofo Nietzsche, que defendeu a idéia da morte de Deus, disse ao final de sua vida: “Se realmente existe um Deus vivo, sou o mais miserável dos homens.” Deus nos criou e Ele sabe o modo correto como vida funciona, por isso a Bíblia é único guia seguro para entendermos estas questões.

No livro de Eclesiastes, o que Salomão quer dizer é o seguinte: “Eu pensei que viver sem Deus e com Deus era tudo a mesma coisa, não valia a pena. Tive toda a condição de tentar dos dois jeitos, mas cheguei à seguinte conclusão: sem Deus, não há vida verdadeira.” A grande verdade que encontramos no livro de Eclesiastes é a futilidade da vida quando a vivemos sem temer a Deus e glorificá-Lo.

Todos nós um dia iremos morrer, se Cristo não voltar antes. Sendo assim precisamos estar preparados a ponto de dizer como o apóstolo Paulo: “Para mim, o viver é Cristo, e morrer é lucro.” John Piper escreveu o seguinte:

“A maneira de honrar Cristo na morte é valorizar Jesus acima do dom da vida, e a maneira em que honramos Cristo na vida é valorizar Jesus acima das dádivas da vida.”

(Extraído do livro: Não jogue sua vida fora, Editora Cultura Cristã)


Deus nos colocou neste mundo com o propósito sublime de viver para a Sua glória. Precisamos também chegar ao final de nossa vida de tal forma que o Seu nome seja glorificado. “O importante não é começar bem, mas terminar melhor.” Então, é necessário aplicar os princípios de sabedoria das Escrituras, para que sejamos perfeitos e perfeitamente habilitados para toda boa obra (2 Tim. 3:17). Um dia teremos que prestar contas de toda a nossa vida diante do Senhor – no Tribunal de Cristo que Paulo descreve em 2 Cor. 5:10.

Não se deixe levar pela filosofia da nossa época que afirma que o importante é desfrutar esta vida, sem deixar de experimentar nenhum prazer. Não caia nesta idéia diabólica que o destino é o mesmo para todos e assim não há necessidade de viver de modo agradável a Deus. Se nós estamos sendo influenciados por esta filosofia, isto demonstra o pouco valor que Cristo tem para nós.

Marcos Aurélio de Melo

sexta-feira, 20 de março de 2009

O sentido da vida


"O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância. Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.”

João 10:10-11


Alguém falou com propriedade: “Hoje em dia a falta de um verdadeiro sentido para a vida impulsiona milhares de pessoas para as drogas, a violência, o desespero e o suicídio”. Um jovem de 16 anos escreveu em sua carta de despedida: “Queridos pais, por favor, não se culpem. Vocês me deram tudo o que podiam. Vocês não têm culpa. Mas é insuportável para mim não ter resposta para o sentido da minha vida. Já não posso agüentar esse absurdo. Por que devo viver se minha vida não serve para nada?”
A solução para o problema da falta de sentido para a vida começa com a aceitação do fato de que não somos produto do acaso. Deus é nosso Criador. Ele nos deu a vida. Querido leitor, você já pensou alguma vez que o próprio Deus quer que você viva? Além disso, Deus o fez com exclusividade, porque Ele não repete Suas obras. E Ele ama você.
Nisso se mostrou o amor de Deus: em que não tenha abandonado Suas criaturas à própria sorte quando caíram no pecado e se rebelaram contra Ele. Ao contrário, o Senhor pensou em salvá-las e para isso enviou Seu Filho como homem a este mundo como sacrifício pelo pecado. Jesus Cristo, o único que não cometeu pecado, morreu em lugar dos pecadores. Com o sacrifício de Sua vida pagou as culpas de todo aquele que clama pelo perdão divino.
Junto com o perdão, o pecador arrependido recebe uma nova vida, selada com o Espírito Santo. Uma vida totalmente nova, a vida do próprio Deus, que dá ao ser humano motivos para viver de maneira que agrade seu Criador e Senhor.
Fomos feitos para a glória de Deus. E esse é o sentido da vida. Qualquer outro propósito para o qual devotemos nossa existência será inútil, não trará satisfação nem significado. Pare um pouco e pense: qual o sentido da minha vida? Eu vivo para quê? Pergunte para Deus porque Ele criou você. Talvez você se surpreenda…


Nota: Extraído do devocional BOA SEMENTE de 20.03.2009