Este Blog é um espaço para compartilhar verdades bíblicas em temas diversos para a Glória de Deus.
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
REMORSO X ARREPENDIMENTO
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Inconformismo
Prevenção é sempre o melhor
- Efésios 5: 11-13: "E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha. Mas todas as coisas, quando reprovadas pela luz, se tornam manifestas; porque tudo que se manifesta é luz."
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Não mais escravos
Caminho dos homens X Caminho de Deus
sábado, 16 de julho de 2016
Satisfação gera ação
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Implicações da Justificação
Um grande abismo
"O abismo entre a teoria e a prática é tão grande que chega a ser aterrador. Pois o Evangelho é com demasiada frequência pregado e aceito sem poder, e nunca se efetua a alteração radical que a verdade exige. Pode haver, é certo, uma mudança de alguma espécie; pode-se fazer um negócio intelectual e emocional com a verdade, mas o que quer que aconteça não basta, não é bastante profundo, não é suficientemente radical. A “criatura” é mudada, mas ele não é “novo”. E justamente aí está a tragédia disso. O Evangelho tem que ver com vida nova, com o nascimento para cima, para um novo nível do ser e, enquanto ele não efetuar essa regeneração, não realizou a obra salvadora na alma.""Até certo ponto, a doutrina pode definir um caráter, mas o nascimento - e mais especificamente o novo nascimento - produz uma nova natureza. Essa é a diferença entre o que eu chamo de igrejianismo e o verdadeiro cristianismo. Todas as semanas, nós treinamos indivíduos a serem bons frequentadores de igreja. Porém, quando estão à vontade, retornam à verdadeira natureza, agindo como eles mesmos. Essas pessoas foram treinadas a atuar como bons cristãos, enchendo as igrejas aos domingos, mas não passa disso, uma representação. No restante da semana, eles agem naturalmente, ou seja, como realmente são."
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Uma triste constatação
Hoje em dia, não acreditamos que a autoridade pertença à igreja; ela pertence ao consumidor, que afirma o seu governo por meio de sua presença e de seus recursos financeiros. Em vez de chamar os consumidores para se submeterem ao senhorio de Cristo, a igreja faz tudo o que pode para lhes satisfazer as vontades. O pregador puxa um banquinho e representa uma comédia. O ministro de música fecha os olhos, inclina-se para trás e faz um solo de violão. Os “espectadores” se deleitam – por um momento.
Uma das maiores tragédias do evangelicalismo atual é que ele perdeu de vista a força maravilhosa e geradora de vida que é a autoridade. Temos sido levados pela cultura. Muito mais do que imaginamos, vemos a nós mesmos como agentes independentes, encarregados de determinar a melhor forma de crescer, servir e amar na fé. Sim, podemos ouvir os outros, ser condescendentes com os outros e aceitar a orientação dos outros; mas, em última instância, vemos a nós mesmos como os nossos próprios técnicos, administradores de portfolio, guias, juízes e capitães de nossos navios, de uma maneira que é mais cultural do que bíblica. Em resumo, uma teologia subdesenvolvida conspira com os nossos instintos individualistas para nos enganar, fazendo-nos alegar que amamos todos os crentes, em todos os lugares, igualmente, enquanto nos negamos a amar qualquer um desses crentes de modo específico, principalmente de modo submisso. Previsivelmente, as igrejas são superficiais, os crentes são fracos e o povo de Deus se parece com o mundo.
terça-feira, 19 de abril de 2016
No compasso correto
sábado, 2 de janeiro de 2016
Com relação à submissão a Deus
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
O fariseu e o publicano
Além disso, o propósito de orar (falar com naturalidade e espontaneidade com o Senhor) tinha se desvirtuado na mente do fariseu. Ele merecia uma ode a si mesmo, e por isso usa a oração como um meio de autopromoção, um meio de iludir-se sobre a sua performance espiritual. A autopromoção sempre nos leva a ignorar o padrão correto de justiça, que é Cristo nosso Senhor. Ele é quem deve ser o nosso parâmetro, não outros pecadores que encontramos pelo caminho. Precisamos olhar firmemente para o Autor e Consumador da nossa fé, correndo com perseverança a carreira que nos foi proposta por Ele mesmo.
O publicano reconheceu a sua penúria de alma, via-se como um miserável pedinte diante do trono da graça divina e não apresenta nenhuma exigência ou um discurso de bondade. Suas palavras são diretas, sem embromação: “Sê propício a mim, pecador”. Ele não faz comparações, até porque sua penúria é completa. Ele considerava-se falido espiritualmente, sem nada a que pudesse agarrar-se senão na misericórdia que flui do trono do Senhor. Aqui nós observamos um contraste bastante claro: o fariseu do início ao fim demonstra altivez; o publicano, por sua vez, demonstra rendição completa.
Nós gostamos de estabelecer o nosso desempenho como referência ou padrão de justiça. Assim, o que fazemos em prol do reino de Deus não tem como finalidade agradar ao Senhor, mas satisfazer o nosso senso de justiça própria. Embutido nessa busca por desempenho, há o desejo de menosprezar aqueles que não atingem o nosso padrão de retidão pessoal. Agindo assim, buscamos estar sempre num pedestal de moral que nós mesmos estipulamos como ideal. Os demais que não atingem este patamar são consideramos como crentes de “segunda classe” e colocados numa classificação desprezível.
Que o nosso procedimento seja igual ao do publicano: ele não estabeleceu parâmetros de justiça própria, mas agarrou-se firmemente à propiciação (favor divino) disponível para aqueles que têm o coração quebrantado e espírito abatido pela miséria causada pelo pecado.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Onde está a honra da nação?
Não é difícil para nenhum brasileiro constatar que os dias atuais têm sido nebulosos e traiçoeiros no nosso país: um partido empenhado em se manter no poder (custe a honra que custar), políticos pegos com a boca na botija, ricos empresários envolvidos em negociatas com o poder público, dirigentes da nação enlameados sem nenhum pudor com a sujeira da corrupção. E não menos ruim é o fato de que não se descortina nenhum horizonte de recuperação da economia já tão combalida pelos desmandos do Estado.
Um cenário desalentador não clama por heróis. Um cenário assim requer de cada um de nós uma manifestação de honradez e vergonha na cara, à altura de tanto desgoverno que tem sido denunciado nos jornais livres e na imprensa não-amordaçada. Ano que vem será mais um ano eleitoral, e nas urnas muitas mudanças podem e devem ser feitas, ao elegermos prefeitos e vereadores que irão comandar os municípios brasileiros. Já não é momento para utopias e devaneios sem sentido; é momento de pés no chão e coragem para efetivamente cobrarmos das autoridades instituídas sobre nós o dever de jogarem limpo, sem falcatruas e ajeitados para os “amigos do rei”.
O juiz Sérgio Moro faz despertar em nós, brasileiros honrados, um ímpeto de mudança. Queremos um Brasil melhor, para nós e para as gerações vindouras. Mas sem o empenho de cada cidadão de bem, não haverá um futuro promissor. Viveremos como cão que corre atrás do rabo, iludido por brincadeiras sem propósito. É urgente a necessidade de postura combativa nas urnas, contra tudo que depõe contra o Estado de Direito e em prol da boa conduta dos governantes desta nação.
Não dá mais para o Brasil ter somente um belo slogan, tal como “Um País de Todos” ou “Pátria Educadora”, sem efetividade na prática e sem honradez nas decisões políticas que deveriam objetivar sempre o bem coletivo. Chegou a hora do gigante despertar da modorra em que se encontra, fazendo valer o chamado do pendão verde e amarelo: Ordem e Progresso. Avante, pois!
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Como morrer bem
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
O fundamento da nossa fé
No capítulo 15 da carta aos Coríntios, Paulo apresenta o ensino sobre a ressureição para fortalecer as bases doutrinárias da igreja de Corinto. Algum grupo herético estava semeando o falso ensino de que não existia ressurreição. Com base na filosofia grega, havia em Corinto uma forte tendência ao ceticismo que assinalava a morte como um ponto final. Do lado gentio, o dualismo ensinava que o corpo é mau em si (prisão da alma) e que não teria mais nenhum propósito após a morte. Do lado judeu, os saduceus encaravam a vida sob um ponto de vista materialista, a ponto de desprezar milagres que rompiam a ordem natural das coisas. Paulo rebate estes ensinamentos errôneos trazendo à tona a veracidade das Escrituras (vs. 3-4) e a confiabilidade das testemunhas que viram o Senhor ressurreto (vs. 6-8). A ressurreição dos mortos é um ensino bíblico no qual devemos perseverar (vs. 1), isto é, não deixando definhar a bendita esperança que nos motiva na peregrinação cristã.
A ressurreição de Cristo é o sólido fundamento da nossa fé
Esta afirmação pode ser comprovada por alguns argumentos com base no texto em 1 Coríntios 15: 1-19:
1. Sem a ressurreição de Cristo, a pregação do Evangelho perderia sua eficácia (vs. 14): “é vã a nossa pregação”. Sem o fundamento da ressurreição, a proclamação das benditas verdades do Evangelho perde totalmente a razão de ser, tendo em vista que não aponta para uma esperança real fora desta vida.
2. Sem a ressureição de Cristo, o cristianismo se tornaria sem sentido (vs. 14): “é vã a nossa fé”. Sem o fundamento da ressurreição, toda a doutrina e prática cristã se torna vazia e destituída de propósito efetivo. O cristianismo passa a ser meramente um conjunto formal de princípios morais para um viver adequado neste mundo.
3. Sem a ressurreição de Cristo, a verdade de Deus seria colocada em xeque (vs. 15): “temos asseverado contra Deus que Ele ressuscitou a Cristo.” As Escrituras apontam para a morte e ressurreição de Cristo de modo a glorificar o plano de salvação estabelecido desde os tempos eternos.
4. Sem a ressureição de Cristo, a penalidade do pecado continuaria sobre nós (vs. 17b): “ainda permaneceis nos vossos pecados”. A ressurreição foi uma prova de que Deus aceitou o sacrifício de Seu filho e que a justificação do pecador foi totalmente eficaz (Rm. 4:25), não restando mais nenhum débito em nome do pecador.
5. Sem a ressureição de Cristo, a morte ainda seria um estorvo para nós (vs. 18): “os que dormiram em Cristo pereceram”. O pecado de Adão trouxe morte a todos os homens (tanto física, quanto espiritual). De outra forma, o sacrifício perfeito de Cristo ratificado pela ressurreição gloriosa, traz vida abundante ao pecador (aqui e na eternidade).
6. Sem a ressurreição de Cristo, a nossa existência se resumiria em grande ilusão e frustração (vs. 19): “somos os mais infelizes de todos os homens”. Se não temos o que enxergar além dos horizontes desta vida tão breve, se nossos olhos não contemplam a realidade espiritual que está no porvir e se não conseguimos ter regozijo ante a esperança eterna, há sérios problemas com a nossa concepção de cristianismo.
Estudo EBD Jovens
IBR Jardim Amazonas / Petrolina